Explorar / Relato

Lúcia, Francisco e Jacinta · 13 de maio de 1917

VidenteGrupo
13 mai.Testemunho indiretoViuDepoimento ajuramentadoFiguras / visõesPalavras dos videntes
Transmitido por: José Alves, da Moita (transmitindo o que lhe disse a mulher), depoimento ajuramentado perante a comissão canónica (Dr. Manuel Nunes Formigão, relator)

Um dia, no princípio das aparições, a mulher ia à Cova da Iria e perguntou ao Francisco o que andava a fazer. Ele disse que andava a fazer um serradinho e a Lúcia e a Jacinta chegavam-lhe a pedra. Nessa ocasião a Lúcia disse: “Deu agora um relâmpago e nós temos água”, e as três crianças meteram pela encosta e quando chegaram à Cova é que Nossa Senhora lhes apareceu em cima duma azinheira que foi estronchada pelo povo. A Senhora disse: “Não tenham medo, que eu sou lá de cima, do Céu”. E foi então que lhes disse que viessem lá todos os meses e que rezassem o terço.

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