Explorar / Relato

Antónia Rafaela da Câmara · 13 de outubro de 1917

Aristocratafamiliar da autora
13 out.Testemunho indiretoCartaVeio de longePalavras dos videntes
Transmitido por: Ana Maria da Câmara

A Antoninha10 consegue vêr uma das pequenas, muito córada, lavada em lagrimas, ao cólo d’um homem e mais tarde esse mesmo homem, um medico11, repete-lhe as palavras da pequenita: N. Sra pede que não offendam mais a N. S., que façam penitencia. Promette para breve o fim da guerra. As mães que rezem e tenham confiança que os soldados estão a voltar. Abençôa todo o povo e pede uma capellinha debaixo da invocação de N. Sra do Rosario.

Notas dos editores (2)

10 Deve tratar-se de Antónia Rafaela da Câmara. Cf. Doc. 259, de 3 de Novembro de 1917.

11 Trata-se do Dr. Carlos de Azevedo Mendes, que não era médico, mas sim advogado.

DCF III-1, Doc. 125 · carta · 19 out. 1917 (6 dias depois)Digitalizações (2)
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