Explorar / Relato

Lúcia de Jesus · 13 de agosto de 1917

Vidente
13 ago.Testemunho indiretoViuDepoimento ajuramentadoa 2 kmFiguras / visõesPalavras dos videntes
Transmitido por: Maria Rosa (mãe de Lúcia), depoimento ajuramentado perante a comissão canónica (Dr. Manuel Nunes Formigão, relator)

No dia dezanove, a Lúcia chegou a casa à noite, trazendo na mão um raminho de azinheira e disse que Nossa Senhora lhe tinha aparecido um pouco antes do sol posto, aí pelo meio da tarde, às quatro horas, tendo estado ao meio-dia com o gado em casa. A mãe pegou no ramo e notou que cheirava muito bem. O cheiro não se podia comparar com nenhum outro cheiro. Ela era descrente e ficou um pouco quebrada, um pouco mais convencida. Disse a filha que a Senhora tinha dito que continuassem a ir à Cova da Iria e que havia de fazer um milagre em outubro na Cova da Iria, que os militares haviam de vir da guerra, que havia de vir Nossa Senhora das Dores e outras coisas mais.

DCF Seleção, Doc. 80 (= DCF II, Doc. 4) · depoimento · 19 ago. 1917 (6 dias depois)Digitalização
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