Testemunhas /

Anzebino Francisco Mira

Gente da terra

Homem casado do Reguengo do Fetal, onde nasceu a 10 de maio de 1887 (com 30 anos), filho de Joaquim Francisco Mira Júnior; testemunha ajuramentada n.º 2 do inquérito de 25 de outubro de 1917 feito pelo vigário de Porto de Mós, Pe. Joaquim Vieira da Rosa.

Residência: Reguengo do Fetal (Batalha)A região em redor1 relato · 13 de outubro de 1917
13 out.Testemunho diretoViuDepoimento ajuramentadoA chuva a pararSol a girarSol a cairCores nas pessoas e na paisagem

2ª testemunha – Anzebino Francisco Mira4, casado, morador no lugar e freguesia do Reguengo do Fetal, testemunha presencial dos factos ocorridos em Fátima no dia treze de outubro de mil novecentos e dezassete, ajuramentado aos Santos Evangelhos, disse: que tendo-se dirigido debaixo de água para o local das aparições, parou a chuva entre o meio dia e a 1 hora da tarde e logo a seguir viu o sol, girando como uma roda de fogo e que se aproximou da grande multidão, que ali estava presente, e viu também diferentes cores no povo e no horizonte e tudo à mesma hora dos factos ocorridos nos dias treze dos cinco meses transatos. E mais não disse e assina o seu depoimento.

Notas dos editores (1)

4 Nasceu no Reguengo do Fetal, a 10 de maio de 1887. Filho de Joaquim Francisco Mira Júnior e de Maria da Rosa. Casou com Maria Vitória, a 8 de agosto de 1917. Faleceu a 12 de março de 1930.

DCF Seleção, Doc. 19 (= DCF I, Doc. 21) · depoimento · 25 out. 1917 (12 dias depois)DigitalizaçãoLigação
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