Lúcia, Francisco and Jacinta
This vision, with the appearance of a lady of extraordinary beauty, appears to them in the open country in the midst of a cloud, in a fixed place. It speaks to them — the children confining themselves to saying that the Lady had asked the little boy of 3 years to learn to say the rosary3, and the two little girls to say it for the fatherland and for their family, adding that on 13 October she will tell them what more she wants of them.
Essa visão, com o aspecto d’uma senhora de extraordinária beleza, aparece-lhes no campo em meio de uma nuvem, em logar fixo. Fala-lhes — limitando-se as creanças a dizer que a Senhora pedira ao pequenino de 3 annos que aprendesse a rezar o terço3, e às duas pequenas que o rezassem pela patria e pela sua familia, acrescentando que em 13 de outubro lhes dirá o mais que d'ellas quer.
Editor's notes (3)
1 Monthly publication with the permission of the ecclesiastical authority. Publisher and director: Henrique dos Santos Silva.
2 This letter probably dates from shortly after 13 August, since it says: “A great deal of praying has been done at that place these last two months!...”, that is, since June 1917. The author is a subscriber to the magazine. The addressee must also have been a lady, an intimate of the author, since she calls her “daughter”, without this form of address signifying that she was her daughter, because later she says: “many people, among them my maids”, an expression that would make no sense if the addressee were her daughter. There is a letter from Branca Falcão de Sommer to Elisa Tavares Bonacho dos Anjos Martins, dated Monte Estoril, 6 October 1917 (Doc. 40, of 6 October 1917): “I received the “Raio de Luz” as well as your kind letter [...]. There is no doubt that the description of Fatima needs no signature. Reading the article is the same as listening to our enthusiastic neighbour!”. Branca de Sommer and Elisa Martins were neighbours in Lisbon (they lived respectively in Praça do Príncipe Real and Praça das Flores), and also in the provinces (respectively at Quinta da Cardiga, parish and council of Golegã, and at Quinta da Várzea, Riachos, Torres Novas). Therefore the two women's “enthusiastic neighbour”, the author of the letter, might also have lived in Lisbon, but we put forward the more probable hypothesis that she was Maria de Jesus Xavier de Figueiredo de Mello de Oriol Pena Raposo, living at Quinta de Carvalhais, between Riachos and Torres Novas, and so very close to Quinta da Várzea and Quinta da Cardiga.
3 The reference is undoubtedly to Francisco, who was 8 years old on 13 May 1917, since he had been born on 11 June 1908 (cf. DCF, vol. 1, Doc. 1, of c.27 May 1917, note 7).
1 Publicação mensal com permissão da autoridade eclesiástica. Editor e director: Henrique dos Santos Silva.
2 Esta carta, provavelmente, é pouco posterior a 13 de Agosto, pois diz: “Muito se tem rezado naquele sitio ha dois mezes para cá!...”, isto é, desde Junho de 1917. A autora é uma assinante da revista. A destinatária devia ser também uma senhora, da intimidade da autora, pois a trata por “filha”, sem que este tratamento signifique filiação, porque posteriormente refere: “muita gente, entre ella as minhas creadas”, expressão que não teria sentido se a destinatária fosse sua filha. Existe uma carta de Branca Falcão de Sommer a Elisa Tavares Bonacho dos Anjos Martins, datada de Monte Estoril, de 6 de Outubro de 1917 (Doc. 40, de 6 de Outubro de 1917): “Recebi o “Raio de Luz” assim como a sua amável carta [...]. Não ha duvida, que a descrição da Fatima escusa de levar assignatura. Lêr o artigo é o mesmo que ouvir a nossa entusiasta visinha!”. Branca de Sommer e Elisa Martins eram vizinhas em Lisboa (tinham residência respectivamente na Praça do Príncipe Real e Praça das Flores), e também na província (respectivamente na Quinta da Cardiga, freguesia e concelho da Golegã, e na Quinta da Várzea, Riachos, Torres Novas). Por isso, a “entusiasta visinha” das duas, autora da carta, podia residir também em Lisboa, mas pomos a hipótese, mais provável, de se tratar de Maria de Jesus Xavier de Figueiredo de Mello de Oriol Pena Raposo, residente na Quinta de Carvalhais, entre Riachos e Torres Novas, muito próxima, portanto, da Quinta da Várzea e da Quinta da Cardiga.
3 A referência diz respeito, sem dúvida, ao Francisco, que tinha 8 anos em 13 de Maio de 1917, pois nascera a 11 de Junho de 1908 (cf. DCF, vol. 1, Doc. 1, de c.27 de Maio de 1917, nota 7).